segunda-feira, janeiro 23, 2006

Place to be

Desert. It all began there. Search, freedom, doubt. Sex. Death. Common sense. Words. Extended levels of experience. The door at the end of a long corridor. Not an entertainer though. I've started my trip. This is all about it. Impossible concentration. Dreams. Old habits. Man has sold the world, his own soul for time, language, tools, weapons and dominance. What is it next? Football. Education. I can't see because i am totally blind, sightless. Old pirates seek for gold. Emancipation of mental slavery. Information is the key. Not for me. Prefer a feast of friends. the blue skies. I'm flying high above the earth. It's the desert. Again.

quarta-feira, janeiro 04, 2006

2006: O Ano Do Contacto

E os cinéfilos a esta altura já estarão a pensar: "então não era 2010?"...
E eu respondo: "não. Pelos vistos, não."

Tudo isto começou quando decidi, dia 2 de Janeiro - e por sugestão de um amigo -, consultar o meu horóscopo para saber o que o novo ano me reservava (em teoria :) ).
Essencialmente, e com alguma ênfase, referia que neste ano estaria particularmente activo na busca daquele "alguém", e que desta vez seria bem sucedido. Ao que eu pensei: "ha!" ...

E depois veio o "hmmm... Pelo menos os tipos acertaram em meio assunto. Será que...? Nãaa... não pode ser..."

"Pode?"

Cheguei a um ponto em que já não sabia se estava a pensar racionalmente, ou se já estava a deixar o meu cérebro divagar para aquele lugar onde ele gosta de estar - na vã esperança... E voltei à realidade.

Se é verdade ou não que finalmente terei algum raio de sorte nesta eterna busca - que para mim já parece a Demanda do Graal -, só alguém muito bem colocado no plano espaço-temporal saberá responder; o que eu sei é que estou preparado para fazer uma série de disparates, para tentar chegar a algum lado, diferente deste onde me encontro hoje. Se nada resulta, pode ser que os disparates tragam nova luz à realidade. Ou então pioram tudo...

Ou será que pioram? Será que isto pode ficar pior?

Estou de volta ao início. Não sei nada. Não percebo nada. Estarei mesmo a mais no mundo?

A ver vamos. A esperança é a última a morrer. (ou talvez a penúltima...)